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#meuLadoBasic - Cris Tamer

21/12/2016 08:30

#MeuLadoBasic

CRIS TAMER

@cristamer

Os olhos de Cris Tamer são de um azul e o olhar é profundo. Cris é dessas que faz tudo com os olhos: sorri, convida, confidencia. E lê. Como lê! “Já ouviu falar deste aplicativo, o Blinkist? Mudou a minha vida pois tenho mais vontade de ler do que tempo. E o que acontece lá? Ali, estão cadastrados mais de 13 mil títulos e o app conta com colaboradores acadêmicos que dividem o livro em temas relevantes e os desenvolvem. Não é um resumo, não é superficial, é extremamente bem-feito. Eu pago o plano ilimitado e, às vezes, baixo o livro e o áudio. Daí, escuto enquanto leio para praticar outras línguas, aprender expressões. É muito legal”.

Cris é quase um app de dicas e serviços. Além de mãe, blogger, consultora de moda, palestrante. A vida é movimentada assim antes de os termos multitasking e wanderlust entrarem na onda. “Uberaba, Brasília, Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Belém do Pará, Rio de Janeiro, São Paulo”, lista Cris. Ela morou em todas essas cidades a trabalho, pela moda, quando era gerente operacional (responsável por recrutamento de equipe, treinamento, visual merchandising, tudo) de um grupo de moda nacional, depois de outro... e teve a Daslu da Vila Nova Conceição também. São 27 anos de mercado.

“A moda sempre foi um interesse pessoal. E sempre gostei muito de história, de arte, de geografia, psicologia. Vi a moda como tudo isso. Quando você liga cultura e moda não tem como não se apaixonar. Meu interesse veio daí, do comportamental e do cultural. Depois veio a linguagem pessoal, a maneira como você se expressa pela roupa, como um look contextualiza seus interesses, a autoestima…” Cris, aliás, palestrou sobre autoestima com Ana Raia em evento da ONG Orienta Vida, para 300 mulheres que trabalham no Vale do Ribeira. Logo emenda a notícia com outra dica: “Já assistiu aos TED TALKS da Brené Brown?”

E continua: “ela é uma matemática que trabalha com estatísticas, a teoria central dela é o poder da vulnerabilidade, incentivo a nos sentir vulneráveis sem medo ou culpa. Ela enumera pessoas admiráveis e mostra que elas não sentiam medo de se mostrar, pessoas que primeiro dizem eu te amo, que estão dispostas a correr riscos, choram quando querem... as palestras são demais. Recomendo”. Cris recomenda, não impõe. Tem suavidade, sabe? Além de uma memória padrão terabyte. “Cheguei em São Paulo no dia 21 de junho de 1997”, diz. “Vim para um novo trabalho, tinha me organizado para chegar e começar na nova rotina. Aconteceu um imprevisto e pediram para eu iniciar no dia seguinte. Não sabia o que fazer na cidade, eu tinha me programado para trabalhar, então, fui ao Iguatemi para fazer hora. Entrei em um salão e conheci a cabeleireira Vânia, uma grande amiga até hoje”.

“Amizade é algo muito importante. É a liberdade de ser quem somos, sem medo de julgamentos, abertos para críticas. Resumidamente: é amor incondicional. Em São Paulo casei, tive filhos, construí duas família lindas, uma de amigos.”, diz. “Viver aqui era o meu objetivo. Sabia que seria para sempre”. Não deu nem 5 segundos e... “Quer dizer, o que é para sempre, né?”

OS BÁSICOS DE CRIS

Quais são as suas premissas básicas?

Fazer o bem. Eu já posso ter causado mal a alguém por palavras ou atos, mas a regra básica, a regra de ouro, é: não faço com os outros o que eu não gostaria que fizessem comigo.

 O que é básico pro seu dia a dia?

Sentimento de gratidão.

 O que é básico no seu estilo?

Acessórios. Sei que não é considerado nada básico, sei que as pessoas acham exagerado, mas uso muita coisa mesmo. Gosto de anéis, tornozeleiras, pulseiras. A base é neutra, sempre, com muitos acessórios.

O que é básico no seu guarda-roupa?

Muitas camisetas brancas de malha, com decotes diversos, cortes variados. Eu sempre gostei muito de usar branco e uso cada vez mais. É a minha cor preferida. Uso até bota branca... as pessoas, às vezes, olham meio assim. Bobagem, tudo depende da maneira que você carrega a peça.

O que é básico na sua biblioteca?

Gosto muito da obra de Viktor Frankle porque ele trouxe a teoria para algo que eu acreditava: fala da liberdade suprema, que não podemos controlar nada o que acontece na nossa vida, nem as coisas ruins, nem as boas. Para ele, a liberdade suprema consiste em decidir de que maneira você vai lidar com essas situações. O livro “Em Busca de Sentido” é lindo e, segundo a Biblioteca de Washington, a maior do mundo, está entre os essenciais para entender a humanidade.

Que música é básica na sua formação afetiva?

Ai meu Deus, música é a maior paixão da minha vida, junto com a leitura. Não vivo sem. Gosto muito, choro ouvindo música, fico emocionada. Adoro black music. Não importa se vem em forma de soul, funk, hip hop. Frank Ocean fala que quando você está feliz, curte a música, quando está triste, entende a letra.

O que é básico para seguir em frente?

Fé. Com certeza. Acredito de verdade que tudo concorre para o bem, mesmo quando parece o contrário ou não fazer sentido. Os planos de Deus são sempre muito melhores que os meus. Sei que lá na frente tem algo muito maior e melhor me esperando.

O que é básico para ser inteira?

Minha liberdade, respeitar quem eu sou, os meus limites. Quando percebo que alguém ultrapassou os meus limites, me sinto muito mal por não ter delimitado o meu espaço, por ter deixado acontecer...

O que é básico para você?

Respeito, como respondi lá em cima. O básico, a base de tudo.

PARA O INSTAGRAM

Viktor Frankle, Brené Brown, Frank Ocean, muitos acessórios e bases neutras, dicas de apps, um giro pelo Brasil, fé, amizade, moda, muita moda. @cristamer está entre as nossas mulheres basicamente incríveis. Como se vê, não faltam motivos. Clica na bio e saiba o que se passa por de trás desses olhos azuis... #MeuLadoBasic #LadoBasic #easychic

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