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#MeuLadoBasic - Talytha Pugliesi

20/10/2017 20:00

#MeuLadoBasic

Talytha Pugliesi

Por Mariana Abreu Sodré

Eu me peguei pensando se teria conseguido absorver, como deveria, tudo o que Talytha Pugliesi falou caso eu estivesse ao vivo com ela, e não pelo telefone, como nos encontramos pela segunda vez.

A primeira foi na Lado Basic, para essas fotos. Ela estava em um dia bem cheio, é ativa demais. Naquele dia, eu estava tão encantada com a beleza dela que, talvez, vai saber, a beleza humana dela poderia estar sob o risco de ser abafada por aqueles olhos e sorriso arrebatadores. Por telefone, sem a imagem viva, ao vivo, na minha retina, foi fácil entender que a estudante de artes cênicas não precisa da casca para ser considerada (muito, mas muito) linda.

Sim, estudante de artes cênicas e atriz. Mas o título de top model ainda vale porque é eterno. “Sempre fui apaixonada por cinema. Mas demorei para ter coragem de enxergar que era isso o que eu queria para mim”, diz ela. “Os anos foram passando e eu percebi que podemos fazer tudo nesta vida, é só substituir o medo pela coragem”, completa. Há dois anos, Talytha vive entre cursos e workshops e oficinas de atuação. Diz que está amando estudar. E no nosso papo usa “amor” só para aquilo que merece: ela (o amor próprio), a família (é a mais velha de quatro irmãos), o marido, as plantas. “O amor das pessoas que eu amo é básico para mim”, diz. Bonito, né? E tão simples.

Talytha estava voltando de uma viagem de 15 dias. Abriu a porta de casa com o telefone no ouvido: “Ai, que saudades que eu estava das minhas plantas!”. Antes, agradece o motorista que a deixou em casa com mais que gentileza, com carinho. Seu alto astral – que é elegante, nada exagerado – pode ser percebido sem fio. Dizem que energia é assim mesmo. Ela acredita que energia é o tudo e é o todo. “Procuro manter a minha vibrando sempre alto”. Dá certo.

Conta que que está em uma fase menos disciplinada do que gostaria, mas que vai mudar isso. Fala que adora autoajuda, “e daí que muita gente acha cafona? Não me importo”, que tentou pegar onda por muito tempo e que tem duas pranchas: uma na sala de casa em São Paulo, outra em um depósito, em Paris, cidade que era seu ponto fixo durante a fase de ouro na moda. “Até ia trazer, mas a última vez que estive lá estava mais para férias do que para mudança”.

Aqui, o papo é outro. A mudança é real, oficial e instigante. Talytha sabe bem o que quer. Prepara-se com entrega e verdade para o atual e novo ciclo. “Estou amando conhecer gente de um outro rolê, as experimentações, as leituras, tudo”. Imagina a Talytha na tela do cinema? Eu sim. Merece o ingresso desde já.

OS BÁSICOS DE TALYTHA

QUAIS SÃO SUAS PREMISSAS BÁSICAS?

Estar perto das pessoas que eu amo.

O QUE É BÁSICO PRO SEU DIA A DIA?

Dormir bem, me alimentar bem, praticar ioga e meditação. Ando um pouquinho indisciplinada, mas vou mudar isso. Atualmente pratico ioga em casa, usando um app, é mais para a Hatha. Mas já fiz muitas aulas presenciais, de muitas variações de ioga. A meditação, às vezes faço com aplicativo, outras sozinha e só respiro, noutras vezes faço guiada.

O QUE É BÁSICO NO SEU ESTILO?

Eu gosto do simples. Trabalhar com moda por tanto tempo me ajudou muito a conhecer o meu estilo próprio, que é o da simplicidade. Hoje se fala muito de moda sem gênero, e eu sempre gostei de peças masculinas por causa da versatilidade e simplicidade. Ao mesmo tempo, tenho uma coleção de vestidos. Mas o simples está em todas essas peças. Quando tenho algum evento, gosto de vestir algo mais diferente, de elaborar mais. Mas é para mim. Nunca me vesti para os outros... quer dizer, meu marido é uma exceção, eu me visto para ele, sim. E gosto.

O QUE É BÁSICO NO SEU GUARDA-ROUPA?

Camiseta e calça jeans. Sempre.

O QUE É BÁSICO NA SUA BIBLIOTECA?

A leitura é uma ótima companhia. Sempre li muito e como estou lendo menos do que gostaria, estou criando umas metas para mim. No momento estou com a biografia de Yoganda, além dos livros dos cursos. Carrego comigo “O Livro de Ouro de Saint Germain”, porque há afirmações muito importantes ali. Sempre gostei muito de livros de autoajuda, espiritualidade, evolução espiritual. E daí que muita gente acha autoajuda cafona? Eu não me importo mesmo. Eu os acho ótimo para todos os interessados em autoconhecimento e evolução pessoal.

QUE MÚSICA É BÁSICA NA SUA FORMAÇÃO AFETIVA?

MPB. Claro que é uma influência dos meus pais também. Mas é a minha música também. Até tento ouvir novos artistas, mas sempre me pego, feliz, com Cartola, Gal Costa, Caetano, Gil...

O QUE É BÁSICO PARA SEGUIR EM FRENTE?

Cara, eu vou te falar: hoje em dia é o amor próprio. Acredito que é uma forca interior que a gente não sabe que tem, mas tem e é poderosa. E, claro, o amor da minha família. O caminho é tranquilo quando sabemos que temos para onde voltar, com quem contar. Eu saí de casa muito cedo, sei o que é passar perrengue, e sei o que é ser amada e acolhida, sempre.

O QUE É BÁSICO PARA SER INTEIRA?

É eu me sentir forte, nutrida. Eu procuro manter minha energia vibrando alto. Cuido dela e acredito que o tudo e o todo é sobre energia.

O QUE É BÁSICO PRA VOCÊ?

O amor das pessoas que eu amo.

 

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