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#MeuLadoBasic - Kelly Lobos

19/07/2017 20:01

#MeuLadoBasic

KELLY LOBOS

Por Mariana Abreu Sodré

Paulistana de família carioca que viajou o mundo para acompanhar o trabalho do patriarca, executivo de uma companhia aérea, Kelly Lobos sempre teve uma relação afetiva com a comida. “Por onde passávamos e morávamos, a culinária era o nosso caminho de descoberta e a nossa raiz”, conta ela, que hoje, trabalha como consultora de um mercado que ajudou a construir, o da gastronomia brasileira. Sim, parte do mérito foodie é dela que, por quase 20 anos, foi relações-públicas de mais de 200 (isso mesmo, duzentas) empresas nacionais dedicadas à mesa ou à coquetelaria. Passado. Ou melhor, história (boa).

“Tive a oportunidade de fazer parte de um mercado emergente. Tive escolas como o Alex (Atala) – com quem aprendi sobre a relevância da cultura, da tradição da gastronomia e dos produtores – e como o (grupo) Fasano, com quem entendi a diferença que um serviço impecável faz, até no sabor do prato”. Atualmente dedica-se a fomentar a cena que compôs. São dela festivais gastronômicos como o Burger Fest e o Brunch Weekend, une os pontos entre marcas (ou indústria) e chefs, estuda, explora, pesquisa. Sua missão é não deixar a onda passar, é democratizar, contar história, trazer cultura, dar novo significado ao sofisticado, sublinhar o comportamento por de trás do ato de comer, desviar da modice. Porque ela não é mesmo do passageiro, gosta do raiz. Quando falamos de música, por exemplo, lembra da avó cantando Dalva de Oliveira.

Tem o mesmo cuidado quando alimenta ou quando veste o corpo: quer saber da onde os ingredientes vieram, como foram preparados. No dia das fotos, subiu ao ateliê da Lado Basic, quis conhecer a cozinha. “Fiquei muito feliz com o que eu vi. Gosto de tecido, de acabamento, do que é feito com cuidado. Sou minimalista no visual, mas não na forma e na qualidade. Não compro fast fashion”, explica. “Aprendi o valor do minimal com a minha mãe e reforcei com as suecas da Absolut (marca de bebidas)”. O trabalho faz parte dela. Relaciona tudo com gastronomia, com seu repertório. “Pode parecer piegas mas amo o que eu faço. Tanto que não preciso tirar férias para me divertir ou ter um dia prazeroso. Faço isso no dia a dia, e quando começa a não rolar, reinvento, mudo. Sou inquieta”. E esperta. E bom papo também. Sabe a pessoa legal da mesa da festa e do jantar? Pois é.

Quais são suas premissas básicas?

Educação e bom humor.

O que é básico para o seu dia a dia?

Estudar. Estou sempre buscando uma novidade, um novo idioma, um curso novo. Mudo minha rotina constantemente e sempre invento novos hábitos, novos lugares... Se não estiver legal, eu mudo. Parece piegas, mas não é. O meu dia a dia é muito prazeroso. Sou bem privilegiada de trabalhar com o que eu amo e estar perto de pessoas muito interessantes.

O que é básico no seu estilo?

Gosto de roupas que se adequam a várias ocasiões e situações. Não gosto de closets muito grandes, acho confuso, sou minimalista. Sou das peças práticas e básicas. Mas não se engane: meu básico não é simples. Busco sempre tecidos impecáveis e modelagens modernas.

O que é básico no seu guarda-roupa?
Vestidos e cores neutras.

O que é básico na sua biblioteca?

Biografias. A trajetória das pessoas, seja de um esportista, de um economista ou de uma celebridade, me interessa. Gosto de pessoas.

Que música é básica na sua formação afetiva?
Sou supereclética. Mas com essa pergunta eu me lembrei da minha avó cantando Dalva Oliveira. Sou uma paulistana de família carioca e muito musical, com muito samba de raiz. Entre os mais contemporâneos tem o rock, que entrou na minha vida pelo meu marido, que é super rocker, morou na Califórnia por anos, viveu a cena rock dos anos 90 por lá.


O que é básico para seguir em frente?

Aqui, como na primeira resposta, o bom humor. Fundamental.

O que é básico para ser inteira?

Ter as minhas raízes perto e ter tudo muito bem resolvido para compor a vida com histórias bacanas, fazer da rotina algo divertido.

O que é básico pra você?

Verdade.

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