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#meuLadoBasic - Georgia Reinés

27/10/2016 08:30

MeuLadoBasic

Mulheres para as quais existimos

Georgia Reinés

@georgiareines

Chavões podem parecer preguiçosos. Não se engane: são ideais para tentar definir o que é indefinível. Portanto, vamos lá. Sabe a menina easy going? Então, é a Georgia. É leve, divertida, tem sacadas rápidas  não tira o sorriso do rosto, nem a opinião do jogo. Georgia Reinés é sim easy going – e nada bobinha.

Trabalha como produtora cultural, os livros que mais gostou são sobre o mercado, “que é business mesmo, pé no chão”. Tem emoção, claro, como a que ela sente toda vez que vai à Barra do Sahy, “aquele morro esquerdo, aquela trilha, aquilo é lindo” ou para o Rio de Janeiro, “a chegada de avião é uma coisa, é lindo demais. O Rio tem uma coisa diferente”. É solar. Georgia idem. É despachado também, o Rio e o estilo de Georgia.

Mais? Georgia terminou o colégio em Taiwan, em um intercâmbio do Rotary. “Tinha que escolher na hora e embarcar em uma semana. É uma coisa muito louca. Funciona assim: você faz uma prova e no dia que sai a pontuação, o pessoal do Rotary vai chamando um a um em um palco. Ali, você vê os lugares disponíveis. Li Taiwan e falei Taiwan. Todo mundo começou a aplaudir, não tinham batido palma para ninguém. Achei estranho na hora, achei que tinha feito besteira, pensei: será que é a primeira vez que escolhem Taiwan?”, conta e ri. “Daí, embarquei e terminei o colégio lá. Foi incrível e difícil na mesma proporção. Uma experiência e tanto”, conta ela, hoje, com 23 anos.

Taiwan é passado. O presente é outra coisa; parece livre, tem planos promissores e muitas risadas. O chavão savoir faire acabou de passar por aqui. E, olha, cabe direitinho em Georgia.

Os básicos de Georgia

Quais são suas premissas básicas?

Nossa, a entrevista vai ser assim? Que difícil! Creeeedo! (gargalha)… acho que tenho que fazer as coisas da melhor maneira possível, sempre. Isso é uma regra minha, faço tudo, qualquer coisa, da melhor forma, a mais ética, a mais correta e com muita vontade.

O que é básico pro seu dia a dia?

Eu adoraria falar que é ioga, mas eu não faço ioga e nunca fiz (ri). Dar umas risadas é fundamental. Não dá para passar um dia sem rir.

O que é básico no seu estilo?

Sempre estou vestindo algo que ganhei, ou de uma amiga, ou da minha madrinha, da minha tia...

O que é básico no seu guarda-roupa?

Calça. E escolhi uma saia hoje...

O que é básico na sua biblioteca?

Qual que eu vou falar, hein? Ah, coloca “Sete Dias no Mundo da Arte” (de Sarah Thortnon) e “O Tubarão de 12 milhões de Dólares” (de Don Thompson).

Que música é básica na sua formação afetiva?

Atualmente é Jungle e Alabama Shakes. O show do Alabama em São Paulo foi coisa de chorar, o melhor do ano até agora. Eu conheci Jungle por meio de um amigo. Estava em Nova York e ele me chamou para o show, falei “o que eu vou fazer lá? Nem conheço a banda!”... Mas fui mesmo assim e amei. Fui no show aqui em São Paulo depois, amei também.

O que é básico para seguir em frente?

Dar umas viajadas. Quer me ver animada, me coloca em uma viagem. Pode ser Sahy, Rio, Japão, que é a atual viagem dos sonhos...

O que é básico para ser inteira?

Gente, meu terapeuta pega mais leve comigo... (e ri). Mas eu parei de fazer terapia... Gosto de acordar e dar uma volta com o meu cachorro para ir me organizando sozinha, sozinha, sabe? Isso me faz bem...

O que é básico pra você?

Poxa, isso: rir, aprender, descobrir...

 

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