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#meuLadoBasic - Ucha Meirelles

17/08/2016 09:00

#MeuLadoBasic

Mulheres para as quais existimos

Ucha Meirelles

Por Mariana Abreu Sodré

Poderia ser um nome polonês, sei lá. Para os indianos, significa alvorecer. No caso dela, Ucha vem de infância. De Ana Lúcia. Bonito e peculiar, não? Ucha Meirelles também é. De uma forma muito particular e subliminar, frisa a importante diferença entre o querer ser e o ser. Sem esforço, só sendo mesmo.

É stylist e personal stylist, consultora, colunista de moda na Marie Claire. Usa uma agenda de papel. Dispensa WhatsApp e Facebook para mensagens especiais – telefona. Gosta de e estuda astrologia. Não está fazendo terapia e não quer fazer. Sente vontade de dançar mais. Fez balé a vida toda. Está em um momento “dança estilo Broadway”. Entre um clique e outro para nossas imagens, deu seus passos leves, assim, naturalmente. Tocava jazz, e ela adora. Curte Billie Holiday.

E Diana Vreeland. Mostra uma foto de sua musa no iPhone, em que não se vê a roupa nem o rosto, apenas o queixo, a boca, um pouco do nariz, o punho forte, as mãos que seguram o café.

Ucha tem dois filhos de personalidades distintas, o que ela adora e estimula. Tem uma vida prática. Escolheu o look para a foto em poucos minutos. Seriam segundos? Afirma que não consome moda, mas o que é atemporal. “São escolhas bem específicas”, frisa. Ela se veste para o dia e para a noite, de uma vez só.

É do dia, definitivamente. Acorda pontualmente às 6 horas. Sua energia cai lá pelas 19 horas. Difícil acreditar que a (boa) energia dela caia em algum momento. É que o sorriso é largo.

As básicas de Ucha

Quais são suas premissas básicas?

A verdade, a praticidade, que não anula a pessoalidade, compromisso, presença. Sou one to one. Não gosto de artificialidade, superficialidade.

O que é básico pro seu dia a dia?

Tomar café da manhã com os meus filhos. Viver o presente é um exercício básico e diário. Pontualidade...

O que é básico no seu estilo?

Sou colorida e gosto de misturar peças de propostas diferentes. Eu me visto para o dia e para a noite de uma vez só. Tem que ser prático e confortável. Tem que ter a ver comigo 100%. Não adianta ver algo no outro, gostar e reproduzir em você. Tem que ter personalidade. O meu consumo de moda é baseado nisso e na durabilidade, no atemporal. Não compro moda.

O que é básico no seu guarda-roupa?

Azul marinho e preto. Adoro combinar as duas cores. O conforto e a praticidade são básicos, de novo.

O que é básico na sua biblioteca?

Sou viciada em revistas. Gosto publicações sobre moda, decoração, arte. Sou mais da memória visual.

Que música é básica na sua formação afetiva?

Sou quase antiga. Gosto de Billie Holiday, de jazz, das mulheres do jazz. Minhas referências de estilo seguem a mesma linha. Meus ícones são mulheres mais velhas do que eu, antigas, como a Diana Vreeland. E gosto ainda de Cat Stevens, Fleetwood Mac...

O que é básico para seguir em frente?

Vontade.

O que é básico para ser inteira?

Família, os meus filhos, trabalho, viagens. Adoro viajar. Tanto para cidades grandes, quanto para a natureza. Preciso dos dois. É vício mesmo, assim como dançar. A dança é a minha terapia.

O que é básico pra você?

Não ter frescuras. Realizar. Sou mãe de dois meninos, não posso ter frescura na vida.

 

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